MENSAGENS DE VORCARO COLOCAM MORAES NO CENTRO DA CRISE DO BANCO MASTER.
Não Sou o Dono do Mundo, Mas Sou o Filho do Dono.
MENSAGENS DE VORCARO COLOCAM MORAES NO CENTRO DA CRISE DO BANCO MASTER.
No dia 19 de dezembro de 2025, foi protocolada consulta administrativa junto à Justiça Eleitoral com o objetivo de esclarecer a possibilidade de empréstimo de urnas eletrônicas para a realização da eleição sindical do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de SP e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (Sindimotoristas).
A consulta foi formulada pelo presidente da Chapa 3 – Renovação Sindical e Classista, Marcos Antônio Coutinho, também secretário executivo da Central Sindical e Popular com Lutas (CSP-Conlutas), em conjunto com a Dra. Jacqueline Darling Coutinho (OAB/SP 378.138), diante da relevância pública e democrática do processo eleitoral sindical.
A consulta administrativa tem como finalidade obter orientação institucional sobre:
a existência de normas, convênios ou práticas administrativas que autorizem o empréstimo de urnas eletrônicas pelo TRE de São Paulo;
os requisitos, procedimentos e prazos necessários para essa cessão;
e, em caso de impossibilidade, o fundamento normativo ou administrativo que impeça o uso das urnas.
Conforme o acordo judicial, a eleição deverá ocorrer no prazo máximo de 90 dias, contados a partir do encerramento do processo, sendo prioritariamente realizada por meio de urnas eletrônicas fornecidas pela Justiça Eleitoral. Apenas em caso de comprovada impossibilidade será admitida a votação por cédulas tradicionais em papel.
A luta pela utilização de urnas eletrônicas representa um avanço fundamental para os trabalhadores do transporte coletivo, pois assegura mais transparência, segurança, agilidade na apuração e confiança no resultado, fortalecendo a democracia sindical e o direito de escolha da categoria.
Já há resultados importantes em andamento sobre essa demanda, reforçando o compromisso com um processo eleitoral limpo, democrático e respeitoso com a vontade dos motoristas e trabalhadores do transporte urbano de São Paulo.
MarcosAntonio Coutinho
Secretário Executivo da CSP-Conlutas SP
Jornalista & Radialista
Moraes,
visivelmente irritado, rebateu duramente os questionamentos, num episódio que
revelou não apenas sua postura autoritária, mas também as fraturas internas
dentro da própria Corte. A reação do ministro, frequentemente descrito como temido
até por seus colegas de toga, deixou evidente a crescente tensão no mais alto
tribunal do país.
A
condução do julgamento levanta sérias dúvidas sobre o equilíbrio entre acusação
e defesa. Críticos apontam que os réus enfrentam um processo já praticamente
decidido, onde a sentença parece apenas aguardar uma chancela formal — ou, como
descrevem alguns observadores, uma "homologação duvidosa".
A sensação de que certos ministros se colocam acima da lei, como figuras intocáveis, tem provocado questionamentos sobre a própria saúde da democracia brasileira. Quando um magistrado se arroga o poder de definir, ao mesmo tempo, o que constitui prova e o que pode ou não ser admitido como defesa instaura-se um cenário preocupante para o devido processo legal.
Diante de tudo isso, ressoa com força a célebre indagação de Renato Russo: "Que país é este?" Uma pergunta que, em meio a julgamentos polêmicos e atitudes cada vez mais autoritárias no coração do Poder Judiciário, ganha novo e inquietante significado.

Dep. Marcelo Aguiar (Alesp) e Marcos Antonio
São
Paulo, 23 de abril de 2025 – Em uma tarde marcada por articulações políticas e
mobilização social, representantes dos trabalhadores do transporte coletivo se
reuniram na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) em busca de apoio ao
Projeto de Lei 88/2025. A proposta, de grande relevância para o setor, prevê a
gratuidade no transporte metro ferroviária para condutores de ônibus da
capital, além de garantir aos trabalhadores metroviários e ferroviários o
direito ao passe livre nos ônibus municipais.
A iniciativa
vem ganhando respaldo dentro da base de apoio ao governador Tarcísio de
Freitas. Durante as conversas desta terça-feira, parlamentares demonstraram
disposição em colaborar com a tramitação do PL, que poderá representar um
avanço histórico na valorização dos profissionais que garantem a mobilidade
urbana da maior cidade do país.
A
Comissão de Trabalhadores do Transporte Coletivo, liderada por Marcos Antonio
Coutinho, do Instituto de Formação e Cultura Social Brasileira Renovação, e
pelo presidente Carlão dos Condutores, do Instituto ATTRUESP, vem conduzindo um
trabalho estratégico para garantir a aprovação da proposta. Ambos reafirmaram o
compromisso com a pauta e a importância do projeto para a categoria.
O
projeto já conta com o apoio declarado de importantes nomes da ALESP, como o
deputado Gilmaci Santos, líder do partido Republicano, e o deputado Marcelo
Aguiar (Podemos/SP), membro titular da Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ), reforçando a viabilidade política da matéria.
"Avançar é o nosso compromisso. Essa conquista será uma forma de reconhecimento à dedicação diária dos condutores e profissionais do transporte coletivo, que enfrentam jornadas desafiadoras para manter a cidade em movimento", declarou Carlão dos Condutores.
A
mobilização continua, com a promessa de intensificar as articulações nas
próximas semanas. A expectativa é que o PL 88/2025 avance nas comissões e ganhe
o apoio necessário para ser aprovado em plenário, beneficiando milhares de
trabalhadores do transporte em todo o Estado de São Paulo.
Marcos
Antonio Coutinho
Jornalista
& Radialista
Diretor Secretário Executivo da CSP-CONLUTAS.
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| Luciana Martins Diretora Executiva e Marcos Antonio Coutinho da CSP-CONLUTAS. |
O modelo de trabalho 5x2, que prevê
cinco dias de atividade seguidos por dois de descanso,
busca oferecer melhores condições aos trabalhadores do setor, reduzindo a carga
excessiva de trabalho e os impactos da jornada irregular. Com isso, espera-se
não apenas aumentar a segurança no trânsito, mas também melhorar a qualidade do
atendimento aos passageiros.
O projeto conta com o apoio do presidente Carlão dos Condutores da ATTRUESP, do secretário executivo da CSP-CONLUTAS, Marcos Antonio Coutinho, e de diretores do Instituto Renovação Desenvolvimento Cultural e Social Brasileiro. Caso seja aprovado, o PL poderá representar um avanço significativo na humanização das condições de trabalho e na eficiência do transporte público paulistano.
Marcos
Antonio Coutinho
Jornalista & Radialista
Secretário
Executivo da CSP-CONLUTAS.
Atualmente,
o governo brasileiro controla 138 estatais, número que sobe para cerca de 400
se incluirmos as empresas estaduais e municipais. Em um estudo da Fundação
Getúlio Vargas (FGV), o Brasil ocupa a 4ª posição entre os países da OCDE com o
maior número de estatais, atrás apenas da Índia, Hungria e China.
Das
138 estatais da União, 18 são consideradas dependentes do governo, ou seja, não
geram lucro suficiente para cobrir suas despesas e, por isso, precisam de
recursos públicos para se manter. Só em 2019, o Ministério da Economia
transferiu R$ 17,5 bilhões para essas empresas, apenas para o pagamento de
dívidas.
CASOS DE SUCESSO DAS PRIVATIZAÇÕES NO
BRASIL
VALE
A Vale,
uma das maiores exportadoras de minério de ferro do mundo, foi privatizada em
1997. A operação foi fechada por US$ 3,3 bilhões e liderada pelo consórcio
Brasil, formado pela CSN e pelo fundo de pensão Previ. Com a privatização, a
Vale ganhou mais modernidade e eficiência, expandindo sua atuação no mercado
internacional. O número de colaboradores passou de 11 mil para mais de 52 mil.
De
acordo com um estudo da PUC, entre 2003 e 2010, a produção de minério de ferro
da Vale aumentou em 70%, e o valor das ações da companhia disparou. Entre 1997
e 2011, a Vale teve um retorno nominal em dólar superior a 3.000%.
EMBRATEL
E TELEBRÁS
A
privatização do setor de telecomunicações, incluindo a Embratel e a Telebrás,
também é vista como um marco positivo. Antes da privatização, em 1998, o Brasil
tinha cerca de 22 milhões de linhas telefônicas, e o acesso a uma linha fixa
custava cerca de US$ 1.000, além de exigir entre 1 a 2 anos para instalação.
Após a privatização, o acesso ao telefone se expandiu rapidamente, com um
crescimento de quase 20 milhões de novas linhas por ano.
Hoje,
o Brasil tem mais de 242 milhões de smartphones, segundo dados da FGV, o que
indica que há mais celulares do que habitantes. Além disso, o investimento no
setor de telecomunicações passou de R$ 2,4 bilhões anuais (antes da
privatização) para mais de R$ 16 bilhões ao ano. Entre 1998 e 2000, foram
criadas mais de 10 mil vagas de trabalho no setor.
O POTENCIAL DAS PRIVATIZAÇÕES PARA A
ECONOMIA
A
venda de estatais pode gerar recursos significativos para o governo, reduzindo
o custo do setor público e permitindo um maior investimento em áreas
essenciais. Um estudo da Secretaria do Tesouro Nacional de 2017 mostrou que,
nos últimos cinco anos, as estatais geraram mais despesas do que retornos
financeiros, com um custo acumulado superior a US$ 190 bilhões.
Os
recursos obtidos com privatizações poderiam ser usados, por exemplo, para
financiar um Programa de Renda Mínima, contribuindo para reduzir o número de
brasileiros em situação de insegurança alimentar — atualmente estimado em mais
de 33 milhões de pessoas.
Esses
são alguns exemplos de como as privatizações podem funcionar positivamente,
trazendo inovação, crescimento e novos investimentos ao país.
São
Paulo enfrenta uma possível revolução em seu sistema de transporte público. 
Marcos Antonio Coutinho & Pref. Ricardo Nunes.
O
prefeito reeleito Ricardo Nunes (MDB) está considerando a extinção da SPTrans,
empresa pública criada em 1995 para gerir o transporte coletivo e o Bilhete
Único da cidade. Esse movimento integra uma série de reformas estratégicas que
Nunes planeja implementar no próximo ano, visando uma administração mais enxuta
e com maior participação do setor privado.
A
SPTrans, que atualmente está subordinada à Secretaria de Mobilidade e Trânsito,
é responsável pela operação e planejamento das linhas de ônibus da capital
paulista. Sob a administração do secretário Celso Gonçalves Barbosa, a empresa
gerenciou o serviço, incluindo o controle direto de operadoras como UPBus e
Transwolff, após investigações que revelaram vínculos com organizações
criminosas. Desde a intervenção, as reclamações contra a Transwolff diminuíram,
mas as insatisfações com a UPBus aumentaram, revelando desafios que a SPTrans
ainda enfrenta.
*Nova Estrutura de Concessões:
Controle à SP Regula*
Caso
a SPTrans seja extinta, o controle das concessões de ônibus será transferido
para a SP Regula, agência criada pelo ex-prefeito Bruno Covas, que já
administra contratos públicos em áreas como coleta de lixo, iluminação urbana e
cemitérios. Esse reordenamento permitiria uma gestão mais integrada e alinhada
com as demais concessões da cidade, uma vez que o serviço de transporte
coletivo é majoritariamente operado por empresas privadas. A Secretaria de
Mobilidade e Trânsito assumiria as funções de planejamento, enquanto a SP
Regula concentraria os contratos.
A
mudança seria uma continuidade de reformas que começaram com Covas, quando
extinguiu órgãos como o Serviço Funerário e a Autoridade Municipal de Limpeza
Urbana (Amlurb). Com Nunes, a SP Regula ampliaria seu escopo de atuação,
incorporando o transporte público ao seu portfólio de concessões.
*Reformas Estruturais: Extinção de
Empresas e Parcerias Privadas*
Além
da SPTrans, Nunes estuda a fusão de outras duas importantes empresas públicas:
SP Obras e SP Urbanismo. Essa integração resgataria a estrutura original da
antiga Emurb, extinta em 2009, e possibilitaria uma gestão mais coordenada nas
áreas de infraestrutura e desenvolvimento urbano. Ambas as empresas, atualmente
vinculadas a secretarias diferentes, poderiam reforçar o foco em projetos de
infraestrutura e urbanização, alinhados às prioridades da cidade.
Nunes
também busca expandir as parcerias com a iniciativa privada no setor
educacional. Inspirado pelo modelo de convênios adotado nas creches, o prefeito
quer estender essa colaboração para o ensino fundamental, como já ocorre com o
Liceu Coração de Jesus, que, em 2023, recebeu 500 alunos da rede municipal.
Esse novo modelo, segundo fontes próximas ao prefeito, seria ampliado para
outras instituições, caso os resultados de desempenho sejam positivos.
*Reorganização Política e Novos Nomes no
Secretariado*
Com
o apoio de 12 partidos que formaram sua base de campanha, Nunes prepara um novo
secretariado para acomodar aliados e responder às demandas do eleitorado.
Fontes próximas indicam que alguns secretários que se candidataram a outros
cargos e não foram eleitos devem ficar de fora da nova gestão, incluindo nomes
de destaque como os ex-secretários Elza Paulina (Segurança Urbana), Aline
Torres (Cultura) e Carlos Bezerra Jr (Assistência e Desenvolvimento Social).
Por
outro lado, figuras estratégicas da administração, como Edson Aparecido
(Secretário de Governo) e Fabrício Cobra (Casa Civil), devem manter suas
posições. Já o vice-prefeito eleito, coronel Mello Araújo, pode assumir um
papel central na coordenação de pastas estratégicas, sem ocupar um cargo fixo,
o que fortalece o alinhamento entre secretarias e facilita a execução das novas
diretrizes.
*Novo Modelo de Gestão: Eficiência e
Participação Privada*
Com
a possível extinção da SPTrans e outras mudanças na administração pública,
Nunes busca estruturar um governo mais eficiente e adaptado aos desafios de uma
cidade global como São Paulo. As parcerias com a iniciativa privada são um dos
pontos fortes da nova gestão, visto como solução para garantir qualidade no
atendimento à população em setores essenciais, como transporte e educação.
No
centro dessas mudanças, o prefeito espera consolidar um modelo de governança
mais ágil, com cortes de gastos, reestruturação de secretarias e maior foco em
resultados. Nos bastidores, analistas avaliam que as decisões de Nunes podem
alterar de maneira definitiva a administração pública de São Paulo e a forma
como os serviços essenciais são prestados à população.
Essas
reformas desenham o caminho para uma São
Paulo renovada, onde as iniciativas privadas ganham força e o modelo de
gestão passa a ser cada vez mais focado em eficiência. Resta saber se os
impactos prometidos de fato se refletirão no dia a dia dos paulistanos e se
Nunes conseguirá superar as resistências políticas que surgirão ao longo do
caminho.
Marcos
Antonio Coutinho
Jornalista
& Radialista
Conexão
Global podcast
O recente debate entre os candidatos à prefeitura de São Paulo expôs um retrato claro do perfil de cada um deles. Ricardo Nunes destacou-se como o candidato mais preparado, demonstrando equilíbrio, serenidade e profundo conhecimento dos problemas da cidade. Com foco nas propostas e nas realizações de sua gestão, Nunes se mostrou cirúrgico em suas respostas aos adversários, revelando ter todas as condições necessárias para vencer as eleições.
Por
outro lado, candidatos como Pablo, Tabata, Datena e Boulos optaram por
direcionar seus tempos de fala para ataques a Ricardo Nunes, muitas vezes com
argumentos de baixo nível, sem apresentar propostas concretas e consistentes
para a cidade. A ausência de um plano sólido de governo ficou evidente,
frustrando os telespectadores que esperavam por ideias substanciais.
Caso
Ricardo Nunes mantenha a estratégia de destacar as conquistas de sua
administração, como o extenso programa de recuperação de vias e obras de
infraestrutura, ele poderá reforçar ainda mais sua imagem de gestor competente
e comprometido com a cidade. Estas ações, juntamente com seu foco em dar
continuidade às melhorias realizadas, o diferenciam dos demais candidatos, que
no debate da TV Bandeirantes demonstraram desequilíbrio, arrogância e falta de
preparo para liderar a maior cidade da América Latina e a quarta maior do
mundo.
A
candidata Tábata Amaral, por exemplo, focou-se mais em exaltar sua trajetória
pessoal e familiar do que em apresentar propostas relevantes aos eleitores. Já
Luiz Datena, considerado uma decepção por muitos, centrou suas falas em ataques
ao prefeito, correndo o risco de enfrentar novas ações judiciais por calúnia.
Seu desempenho reforçou a ideia de que, embora seja um bom apresentador,
falta-lhe a preparação necessária para o cargo de prefeito.
Infelizmente,
o debate que tinha o potencial de ser um confronto de alto nível acabou
prejudicado pela falta de propostas concretas por parte da maioria dos
candidatos. Lamenta-se também a ausência de candidatos como Altino Prazeres
(PSTU-SP), Senese (UP-SP), Bebeto Haddad (DC-SP), João Pimenta (PCO-SP) e
Marina Helena (Novo-SP), que poderiam ter trazido novas ideias e perspectivas
para o debate.
No entanto, Ricardo Nunes se mostrou como o candidato mais preparado para continuar a conduzir a cidade de São Paulo, evitando que ela caia nas mãos de oportunistas que parecem mais interessados em seus próprios projetos do que no bem-estar dos cidadãos.
Marcos Antonio Coutinho
Jornalista & RadialistaO
Recurso Ordinário em questão busca a reforma da Sentença proferida nos autos do
processo 1001721-05.2023.5.02.0059, que tramitou perante a 53ª Vara do Trabalho
de São Paulo. Esse processo trata da anulação da eleição realizada nos dias 21
e 22 de novembro de 2023, na qual quatro chapas participaram da disputa pela
diretoria do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário
Urbano de São Paulo.
A
diretoria eleita, que já tomou posse por decisão judicial, habilitou-se nos
autos para defender sua posição, e agora o CORRUPTO tenta reverter a decisão na segunda
instância. A possibilidade de realização de uma nova eleição com urnas
eletrônicas foi prejudicada pela perda de prazos processuais, tornando a
reversão da decisão um desafio considerável e impossível de Reverte a SENTENÇA.
Este
caso marca mais um capítulo na conturbada eleição do Sindmotoristas-SP,
evidenciando as complexidades e disputas envolvidas na administração de um dos
maiores sindicatos de trabalhadores do transporte rodoviário urbano de São
Paulo.
Marcos Antonio Coutinho, Secretário Executivo da CSP-CONLUTAS, comentou sobre o imbróglio jurídico, ressaltando a importância de um processo eleitoral justo e transparente para garantir a representatividade dos trabalhadores e a legitimidade da diretoria eleita.
ELEIÇÂO PARA SUBSTITUIR A DIRETORIA DO SINDMOTORISTAS-SP SÓ EM 2028.
Marcos
Antonio Coutinho
Jornalista
& Radialista
http://www.marcosantonio50.blogspot.com
Podcast Conexão Global.
Os trabalhadores pedem um reajuste de 3,69% pelo IPCA, mais 5% de aumento real e a reposição das perdas salariais acumuladas durante a pandemia, totalizando 2,46%. Além disso, querem a redução da jornada de trabalho para 7 horas efetivas, com intervalo para descanso e refeição, ou 6 horas com 1 hora remunerada.
A Prefeitura de São Paulo solicitou
uma liminar para garantir a operação de 100% da frota nos horários de pico e
80% nos demais períodos. A decisão sobre essa liminar será anunciada após a
audiência de conciliação. O prefeito Ricardo Nunes acompanha de perto as
negociações, esperando um acordo que evite prejuízos aos usuários do transporte
público.
Entre as reivindicações, os
motoristas também pedem a ampliação da Participação nos Lucros e Resultados
(PLR), reajuste do tíquete alimentação para R$ 38, uma cesta básica com
produtos de qualidade e melhores condições nos convênios médico e odontológico.
A categoria busca ainda um reajuste de 17% no seguro de vida, garantindo
cobertura de dez salários mínimos, conforme a Lei nº 12.619 (Lei do Motorista).
A interrupção dos serviços
pode causar um grande impacto na mobilidade urbana e na produtividade da
cidade. As autoridades estão organizando um plano de contingência para
minimizar os impactos da paralisação, como o aumento da frota de táxis e carros
de aplicativos, além de incentivar o uso de bicicletas e outros meios de
transporte alternativos.
O Sindmotoristas-SP,
filiado à UGT, conta com o apoio de outras centrais sindicais, como Força
Sindical, CSP-CONLUTAS, Nova Central, CTB e CUT, além da Federação dos
Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado de São Paulo, que estão
alinhadas com a nova gestão e a pauta de reivindicações dos condutores.
Marcos
Antonio Coutinho
Secretário Executivo da CSP-Conlutas
Jornalista
& Radialista
www.marcosantonio50.blogspot.com
Podcast Conexão Global
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