O acordo inclui 10% de reajuste no salário, aumento no vale
alimentação, passando agora para R$ 660 e, a partir de novembro, para R$ 680, e
antecipação do INPC (Índice Nacional do Preço ao Consumidor), com variação
entre maio e outubro, para ser pago em dezembro. Inicialmente, a categoria
pedia aumento equivalente ao INPC (9,83%), 5% de aumento real e R$ 700,00 de
vale alimentação – o valor atual é de R$ 580.
Confira a proposta de conciliação aceita pela categoria;
Reajuste de 10% sobre o salário de abril de 2016 – vale
alimentação: R$ 660.00 para as jornadas de 06h00 e 06h20, e índice de reajuste
equivalente para as jornadas inferiores, a partir de maio de 2016, sem natureza
salarial. Em novembro, o valor sobe para R$ 680,00; Antecipação do INPC de maio
a outubro de 2016, com aplicação no salário de competência de novembro, para
compensação na data-base de 2017; Abono integral dos dois dias de paralisação.
Veja mais em:
Greve
Os trabalhadores do transporte público de Florianópolis
decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira
(31). Com isso, os ônibus não circulam na região metropolitana da capital.
Conforme o sindicato da categoria, a reivindicação é por um
aumento equivalente ao valor do Índice Nacional do Preço ao Consumidor (INPC)
de 9,83% mais 5%. Além disso, querem que o vale-refeição aumente de R$ 580 para
R$ 725.
Além de salários, segundo o sindicato, há a solicitação de
um refeitório, um estacionamento e um banheiro exclusivo para os trabalhadores.
"Quando você vem [da viagem] você só quer um banheiro
para poder urinar, para fazer suas necessidades. Tem muitas cobradoras nesta
situação. O terminal central [Ticen] só tem dois banheiros, dois em cada
plataforma. Um vaso para cada masculino, que divide com 220 mil pessoas. É
muito difícil esse dia a dia", diz diretor do Sintraturb, Dionísio Linder.
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(Foto: João Salgado/RBS TV). |
Sem ônibus, moradores de Florianópolis enfrentaram filas
para pegar vans.
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